Bem Vindo ao Blog!

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Vamos respirar arte e filosofia.

domingo, 6 de dezembro de 2015

 
História da Semana
 
Presente das bodas de prata
 
 



 Certa vez um casal muito pobre e sem filhos.

     Ela fiava à porta da sua cabana pensando no marido. Toda a riqueza que ela possuía era uma bela cabeleira, gabada e invejada pelas mulheres da aldeia. Uma cabeleira negra, comprida, brilhante que brotava da sua cabeça como os fios de linho da sua roca.

     Ele ia ao mercado vender algumas frutas. Sentava-se à sombra de uma árvore a esperar, firmando entre os dentes o seu cachimbo vazio. O dinheiro não lhe chegava para uma pequena porção de tabaco.

     Aproximavam-se os 25 anos do seu casamento. Em anos anteriores, nessa data, nunca tinham oferecido nada um ao outro porque a pobreza não lhes permitia esse luxo.

     Mas agora tinha mesmo de ser. Vinte e cinco anos é uma data marcante que é preciso comemorar. Assim pensavam os dois em segredo sem falarem um ao outro sobre o assunto. Era preciso fazer uma surpresa.

     Uma ideia cruzou a mente da esposa. Sentiu um calafrio de alegria e tristeza ao pensar nela mas era a única maneira de conseguir algum dinheiro: venderia a sua cabeleira para comprar tabaco para o seu marido. Seria a melhor prenda que lhe podia dar. Ela imaginava-o já na praça, sentado atrás dos seus frutos, puxando longas cachimbadas e o fumo e evolar-se como aroma de incenso e jasmim a dar-lhe o prestígio e a solenidade de um grande comerciante.

     Só obteve pelo seu belo cabelo umas poucas moedas. Mas escolheu com cuidado o mais fino estojo de tabaco. O perfume das folhas enrugadas compensava largamente o sacrifício do seu cabelo.

     Ao cair da tarde regressou o marido. Vinha cantando pelo caminho.

     Trazia na sua mão um pequeno embrulho: eram alguns pentes para a sua mulher. Para obter dinheiro para os comprar tinha vendido o seu cachimbo…

Tradução livre de um poema de Tagore, in Almanaque Boa Nova 2008

 

domingo, 22 de novembro de 2015

 
 
HISTÓRIA DA SEMANA

Anjo Ariel em apuros

- ARIEL!!!
O grito pegou Ariel de surpresa, e ele quase caiu sentado. Olhou na direção do grito e viu um agitado Gabriel vindo na sua direção.
- Pois não, mestre Gabriel, respondeu, sem se alterar.
- Recebi pela centésima vez o mesmo pedido daquela garota que quer um marido! Já não era para você ter providenciado?
- Bem, senhor, tivemos alguns problemas e...
- Como, problemas? Como podemos honrar o "peça e receberás" deste jeito?
- Bem, é que a moça mesmo está impedindo, senhor.
- Agora vai culpá-la, é?
- Como o senhor bem sabe, dependemos em parte dos humanos para um bom atendimento. Se quiser, posso contar-lhe o que já fizemos.
- Muito bem, conte-me. Gabriel já estava completamente calmo.
- Assim que recebemos o primeiro pedido, fizemos uma pesquisa e identificamos um par ideal para ela. No dia propício, em que ele estaria em um bar, sussurramos à moça uma sugestão para sair de casa e ir até o bar. Ela aceitou bem. Lá no bar, providenciamos um esbarrão, o rapaz tentou uma conversa, mas ela recusou-se a qualquer papo, argumentando consigo mesma que não era mulher de dar papo para estranhos. Nada pudemos fazer.
- Aí, esperaram um novo pedido.
- Sim. Ela o fez na sua igreja, uma semana depois. Mas o "escolhido" já tinha se envolvido com outra moça, muito boa, por sinal, e procuramos outro.  Achamos. Desta vez a estratégia foi provocar uma pequena batida dele no carro dela. Coisa insignificante. Só que ela desceu do carro muito irada, disse uns palavrões e pra falar a verdade, sequer olhou para o rosto dele. Observamos que ela internamente estava visualizando um rosto distorcido, e não o do homem que estava à sua frente.
- Mas vocês não previram esta reação?
- Sabíamos que era uma opção possível. Infelizmente, foi a que ela escolheu. Bem, o homem ficou queimado de vez com ela, que não é do tipo que perdoa facilmente.
- Poderia ser interferências cármicas? Como está o merecimento dela?
- Está suficiente, mas não o bastante para o atendimento automático.
- Bem, depois da igreja, foi aquele apelo desesperado, não?
- Sim, ela dizia que não aguentava mais. Nossa equipe fez de novo a pesquisa, e localizamos um candidato, que inicialmente não lhe pareceria tão bonito quanto queria mas, se conseguíssemos um contato mais prolongado, as chances seriam boas. Conseguimos que os dois trabalhassem no mesmo andar. O rapaz conheceu-a, interessou-se e convidou-a para sair. Você acredita que ela se fez de difícil? Ele então ficou desinteressado; ainda tentamos inspirar-lhe persistência, e ele tentou novamente, novamente foi esnobado e desistiu. Como não podíamos interferir novamente, aguardamos novo pedido.
- Qual foi o diagnóstico, até aqui?
- Temos obstáculos sérios com relação a algumas crenças dessa moça, muito estáveis e firmes. Por exemplo, ela acha que se se fizer de difícil, atrairá mais atenção. Como não tem observado o resultado dos seus comportamentos ao aplicar essa opção, não consegue atualizar essa regra. Outro ponto difícil é o foco excessivo em si mesma; ela ainda não percebeu que pode manter duas referências simultâneas. Um ponto significativo é uma crença da qual ela não tem consciência, de que não merece o melhor, veja só. De maneira geral, as suas crenças e regras, e não o resultado desejado, têm prevalecido, e nossa atuação em sua intuição não é percebida.
- Já tentaram abalar toda essa firmeza? Ela seria beneficiada como um todo, com um pouco mais de flexibilidade.
- Tentamos, mas ela teve uma reação inesperada: interpretou que estava desestruturada e com problemas, sentiu-se muito mal e tivemos que parar. Pareceu-nos que ela não suportaria a fase de transição. Você sabe que esse tipo de rigidez quase sempre só é quebrado com a ajuda de algum tipo de dor. Como o bom carma dela impede dores nesse nível, mesmo que transitórias, temos um círculo vicioso. A menos que ela própria perceba, não haverá meios de melhorar este aspecto.
- É, Ariel, temos um caso difícil. Precisamos prever melhor as reações dela, e evitar novos fracassos no futuro. Há novo pedido?
- - Sim, mas o último veio mais fraco, ela está com a fé abalada. Isto piora nossas chances. Antes tivesse a mesma rigidez nisso também.
- Temos que achar um jeito que funcione. Pense em algo.

 - ARIEL!
- Sim, mestre.
- O que vocês fizeram? Ela está se casando! Sinto que não fizeram coisa boa.
- Bem, fizemos uma pequena concessão neste caso. Ela estava numa festa, e conversava com um candidato muito bom e dócil às nossas sugestões.  Mas as projeções de possibilidades que ela estava fazendo de si mesma com o moço indicavam que logo ia dispensá-lo. Interferimos em seus pensamentos colocando imagens de estar com ele e conversar alegremente, de dançar e outras coisas que sabíamos que seriam prazerosas para ambos. As emoções resultantes imediatamente aumentaram sua atração, e os dois acabaram se beijando. Dentro das crenças dela, o beijo no primeiro encontro significa compromisso, e o relacionamento foi mantido. Acha que fizemos mal, mestre?
- A interferência provocou outros efeitos em sua liberdade de escolha?
- Não. Observamos isto. Outros contextos de suas representações internas continuaram com as mesmas opções de antes.
- Foi induzida alguma emoção limitante?
- Um pouco de culpa, logo sobrepujado pelo contentamento. Quando voltarem explicaremos tudo.
- Serão felizes para sempre?
- É, mestre, você tem vindo pouco à Terra!  

 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015


Historia da semana
 
 
GANDHI E O PROFESSOR ARROGANTE



Certa vez, enquanto Gandhi estudava Direito no Colégio Universitário da London University de Londres, um professor de sobrenome Peters tinha-lhe aversão, mas o estudante Gandhi nunca baixou a cabeça e os seus encontros eram frequentes.

Um dia Professor Peters estava a almoçar na sala de jantar da Universidade e o aluno vem com a bandeja e senta-se ao lado do professor.

Professor, altivo, diz:

- "Sr. Gandhi você não entende ... Um porco e um pássaro, não se sentam juntos para comer."

Ao que Gandhi respondeu:

- "Fique o professor tranquilo ... Eu vou voando", e mudou-se pra outra mesa.

Mr. Peters ficou cheio de raiva e decidiu vingar-se no teste seguinte, mas o aluno respondeu de forma brilhante a cada pergunta. Então o professor fez mais uma pergunta:

- "Mr. Gandhi, você está andando na rua e encontra um saco, dentro dele está a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro, qual dos dois tira?"

Gandhi responde sem hesitar:

- "É claro professor que tiro o dinheiro!"

O professor Peters sorrindo diz:

- "Eu, ao contrário, tinha agarrado a sabedoria, você não acha?"

- "Cada um tira o que não tem." responde Gandhi.

O professor Peters, fica histérico e escreve no papel da pergunta: Idiota!

E o jovem Gandhi recebe a folha e lê atentamente.

Depois de alguns minutos dirige-se ao professor e diz:

- "Mr. Peters, reparo que assinou a minha folha, mas não colocou a nota?"

E você? Costuma reagir com a mesma serenidade e perspicácia às ofensas que recebe?

segunda-feira, 1 de junho de 2015

História da Semana : As janelas douradas


O menino trabalhava arduamente durante todo o dia, no campo, no estábulo e no armazém, pois os pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar a um ajudante. Mas, quando o sol se punha, o pai deixava-lhe aquela hora só para ele. O menino subia ao alto de um morro e ficava a olhar para um outro morro, distante alguns quilômetros. Nesse morro, via uma casa com janelas de ouro e de diamantes. As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele era obrigado a piscar os olhos. Mas, pouco depois, ao que parecia, as pessoas da casa fechavam as janelas por fora, e então a casa ficava igual a qualquer outra casa. O menino achava que faziam isso por ser hora de jantar; então voltava para casa, jantava e ia deitar-se. Um dia, o pai do menino chamou-o e disse-lhe:

— Tens sido um bom menino e ganhaste um dia livre. Tira esse dia para ti; mas lembra-te: tenta usá-lo para aprenderes alguma coisa boa.

O menino agradeceu ao pai e beijou a mãe. Em seguida partiu, tomando a direção da casa das janelas douradas.

Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o seguiam, fazendo-lhe companhia. A sombra também caminhava ao seu lado, dançando e correndo, tal como ele. Era muito divertido.

Passado um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu ao topo, lá estava a casa. Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada de dourado. Aproximou-se e sentiu vontade de chorar, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada que fizesse lembrar o ouro.

Uma mulher chegou à porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele queria.

— Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro — disse ele — e vim de propósito para as ver de perto, mas elas são de vidro!

A mulher meneou a cabeça e riu-se.

— Nós somos fazendeiros pobres — disse — e não poderíamos ter janelas de ouro. E o vidro é muito melhor para se ver através dele!

Convidou o menino a sentar-se no largo degrau de pedra e trouxe-lhe um copo de leite e uma fatia de bolo, dizendo-lhe que descansasse. Chamou então a filha, que era da idade do menino; dirigiu aos dois um aceno afetuoso de cabeça e voltou aos seus afazeres.

A menina estava descalça como ele e usava um vestido de algodão castanho, mas os cabelos eram dourados como as janelas que ele tinha visto e os olhos eram azuis como o céu ao meio-dia. Passeou com ele pela fazenda e mostrou-lhe o seu bezerro preto com uma estrela branca na testa; ele falou do bezerro que tinha em casa, e que era castanho-avermelhado com as quatro patas brancas. Depois de terem comido juntos uma maçã, e se terem tornado amigos, ele fez-lhe perguntas sobre as janelas douradas. A menina confirmou, dizendo que sabia tudo sobre elas, mas que ele se tinha enganado na casa.

— Vieste numa direção completamente errada! — exclamou ela. — Vem comigo, vou-te mostrar a casa de janelas douradas, para ficares a saber onde fica.

Foram para um outeiro que se erguia atrás da casa, e, no caminho, a menina contou que as janelas de ouro só podiam ser vistas a uma certa hora, perto do pôr-do-sol.

— Eu sei, é isso mesmo! — confirmou o menino.

No cimo do outeiro, a menina virou-se e apontou: lá longe, num morro distante, havia uma casa com janelas de ouro e de diamantes, exatamente como ele tinha visto. E quando olhou, o menino viu que era a sua própria casa!

Apressou-se então a dizer à menina que precisava de se ir embora. Deu-lhe a sua melhor pedrinha, a branca com uma lista vermelha, que trazia há um ano no bolso. Ela deu-lhe três castanhas- da-índia: uma vermelha acetinada, outra pintada e outra branca como leite. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira. Desceu o morro, enquanto a menina ficava a vê-lo afastar-se, na luz do sol poente.

O caminho de volta era longo e já estava escuro quando chegou a casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as quase tão brilhantes como as vira do outeiro. Quando abriu a porta, a mãe veio beijá-lo e a irmãzinha correu a pendurar-se-lhe ao pescoço; sentado perto da lareira, o pai levantou os olhos e sorriu.

— Tiveste um bom dia? — perguntou a mãe.

— Sim! — o menino passara um dia ótimo.

— E aprendeste alguma coisa? — perguntou o pai.

— Sim! — disse o menino. — Aprendi que a nossa casa tem janelas de ouro e de diamantes

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Teste Vocacional

Leia atentamente os três testes e analise o resultado

TESTES VOCACIONAIS

Teste Vocacional I

 

Este é um teste vocacional bem simplificado.

Um teste vocacional completo você já foi avisado que deve ser aplicado por profissionais da área formados em psicologia ou psicoterapeuta e podem até durar vários dias passando por diversas etapas.

 

1. Como você se sente ao escolher uma profissão?

A. Preparado (a)

B. Mais ou menos preparado(a)

C. Despreparado(a)

D. Não sei.

 

2. Analisando a opinião dos seu pais, qual a maior influência que ela exerce sobre você?

A. A escolha sensata é equilibrar gosto e condições financeiras

B. É preciso seguir a opção do coração

C. O melhor é analisar a profissão que tem mercado, pois é mais rentável

D. É bom seguir a profissão dos pais, não importando os gostos pessoais

 

3. Qual a atividade que você acredita ter mais afinidade?

A. Desenvolver raciocínio e análise lógica

B. Ter contato com a natureza e promover saúde

C. Liderar e convencer pessoas

D. Influenciar e ensinar pessoas

 

4. Para você, o que é mais importante para o desenvolvimento da sociedade?

A. Desenvolvimento tecnológico

B. Saúde e natureza

C. Relações humanas equilibradas

D. Educação

 

5. Qual das habilidades abaixo você acredita ter melhor aproveitamento?

A. Uso de computador e/ou instrumentos de cálculos

B. Observação e pesquisa

C. Relacionamento interpessoal

D. Ensino

 

RESULTADO

Nas questões 1 e 2 considere a seguinte pontuação:

A: 30 pontos

B: 20 pontos

C: 10 pontos

D: 5 pontos

 

Some os pontos e veja como você está em relação à escolha:

Acima de 50 pontos: Você dá sinais de estar bem preparado para a escolha, mas não deixe de analisar bem.

Entre 50 e 30 pontos: Você está à caminho de uma escolha madura, invista nela.

Abaixo de 30 pontos: É preciso investir mais na sua orientação profissional.

 

 

Nas questões 3, 4 e 5:

Se marcou mais questões A: Você tem tendência a ser bem sucedido na área de ciências exatas e tecnológicas.

Se marcou mais questões B: Ciências biológicas e da saúde poderá ser uma boa opção para sua satisfação profissional. Pesquise um pouco melhor qual das profissões desta área lhe trarão maior realização.

 

Se marcou mais questões C: Uma boa escolha poderá ser na área de ciências sociais e aplicadas.

Se marcou mais questões D: A dica é tentar uma profissão na área de humanas, letras e artes. Você também poderá se dar bem na área de educação.

Se marcou uma questão de cada: Você está bastante confuso(a). Explore melhor as

profissões e faça sua escolha.

 

Teste Vocacional II

 

Teste sua vocação.

 

Os testes vocacionais não fazem milagres, e não têm poder de apontar uma única profissão a ser seguida.

Os testes vocacionais servem principalmente para dar um rumo em relação aos interesses e aptidões. Ao responder as perguntas que a primeira vista podem parecer tolas, os testes vocacionais conseguem colher pistas das impressões da sobre uma determinada área profissional de especial interesse da pessoa que respondeu ao questionário. Este questionário abaixo é um dos testes vocacionais mais empregados.

Mas cuidado não decida a sua vida por ele.

 

 

Procure antes de tudo um profissional da área formado em psicologia que é quem

realmente está habilitado para ajudá-lo na escolha que pode ser a mais importante

da sua vida.

O questionário abaixo é um teste vocacional dos mais empregados. Você lerá uma série de atividades apresentadas aos pares, com letras "A" e "B".

Algumas dessas atividades parecerão estranhas, mas não estão aí à toa. Lendo as alternativas, assinale "A" ou "B", estando livre também para marcar as duas ou nenhuma.

Procure ler com a máxima atenção e responda com sinceridade, as suas chances serão melhores em relação a sua vocação.

 

Grupo I - Você prefere

 

- A - ler sobre eletricidade
- B – ler sobre física nuclear
- A - obter uma bolsa para estudar química
- B - obter uma bolsa para estudar educação
- A - ler sobre mecânica
- B - ler sobre física quântica
- A – Visitar um orfanato
- B – Visitar um museu de ciências
- A - observar planetas no telescópio
- B - observar células no microscópio
- A - fazer o projeto de um novo viaduto
- B - traduzir um romance
- A - estudar os ossos e músculos do corpo humano
- B - conhecer o mecanismo das máquinas em geral
- A – ler obras de escritores famosos
- B – conhecer  trabalhos de físicos
 
- A - ler sobre a fabricação de tintas
- B - ler sobre métodos de calcular
- A – fazer experiências num laboratório de física
- B - fazer modelagem e desenho
- A – resolver problemas matemáticos
- B – resolver problemas com objetos
- A – Visitar uma galeria de arte
- B – Conhecer apare lho de laboratório

 

 

Grupo II – Você prefere

 

- A - conhecer as leis da genética
- B - conhecer o funcionamento d e um motor
- A – analisar  as propriedades terapêuticas das frutas
- B - fazer um estudo sobre desemprego
- A - estudar a composição da atmosfera
- B - estudar o DNA
- A - estudar a causa da delinquência juvenil
- B - observar o comportamento dos animais
- A - visitar um laboratório de micro biologia
- B - ir a uma exposição de produtos
- A - ler sobre a reprodução das aves
- B - ler sobre literatura
- A - ir a um laboratório de análises clínicas
- B - assistir a uma palestra sobre imunologia
- A - obter uma bolsa de literatura
- B - obter uma bolsa de biologia
- A - estudar a respiração dos peixes
- B - aprender a trabalhar com máquinas de calcular
- A - fazer experiências com plantas
- B - fazer decoração e paisagismo
 
- A - determinar o custo de uma nova máquina
- B - pesquisar a cura da Aids
- A - ler a seção de variedades de um jornal
- B - ler sobre a importância das vitaminas

 

 

Grupo III - Você prefere:

 

- A - visitar um asilo de velhos
- B - visitar uma usina nuclear
- A - ajudar a resolver problemas de crianças
- B - ajudar famílias de migrantes a se adaptar
- A - obter uma bolsa de estatística
- B - obter uma bolsa de pedagogia
- A - ajudar a combater a mendicância
- B - ajudar na educação de favelados
- A - estudar o problema do menor abandonado
- B - observar o comportamento dos insetos
- A - ser voluntário em programas sociais
- B - participar de cursos de redação
- A - analisar a composição dos alimentos
- B - analisar as causas do desemprego
- A - estudar informática
- B - estudar método para erradicar o analfabetismo
- A - entrevistar famílias sobre educação dos filhos
- B - organizar e tabular pesquisas
- A - ler sobre a produção de drogas
- B - ler sobre arte clássica
 
- A - calcular o aumento do custo de vida
- B - estudar a condição social do trabalhador
- A - desenhar  modelos de roupas
- B - ensinar crianças a se orientar no trânsito
 

 

 

Grupo IV - Você prefere:

 

- A – ler obras de romancistas consagrados
- B - conhecer trabalhos de prêmios Nobel de física
- A - aprender um idioma estrangeiro
- B - aprender um novo sistema de catalogar animais
- A - projetar uma estrada
- B - recitar poemas
- A - participar de programas de recuperação social
- B - participar de um curso de arte
- A - estudar a história da pintura
- B - estudar a história da ciência
- A - fazer um curso de literatura moderna
- B - assistir a um curso de gramática
 
- A - ler sobre protozoários
- B - ler sobre poesia
- A - estudar regras de estilo e oratória
- B - estudar literatura e interpretação de texto
- A - pertencer a um grupo literário
- B - pertencer a um grupo da Internet sobre finanças
- A - escrever uma peça teatral
- B - trabalhar numa peça
- A - escrever uma tese de química
- B - escrever uma novela
 
- A - criar modelos de cartões-postais
- B - criar frases originais para esses cartões
 

 

 

GRUPO V - Você prefere:

 

- A - visitar uma exposição de escultura
- B - conhecer um novo tipo de fax
- A - criar designs de objetos
- B - criar campanhas de trânsito
- A - fazer experiências num laboratório de química
- B - fazer desenho e gravura
- A - ler sobre o e feito estufa
- B - ler sobre a história da música
 
- A - ler sobre cinema e teatro
- B - ler sobre avanços tecnológicos
- A - bolar um novo tipo de cenografia para dança
- B - bolar uma nova iluminação para palco
- A - testar a resistência dos materiais
- B - fazer decoração de ambientes
- A - redigir um roteiro de cinema
- B - trabalhar num filme
- A - colecionar reproduções de pintura
- B - colecionar gráficos da inflação
- A - inventar estampas para tecido
- B - criar desenhos para histórias em quadrinhos
- A - trabalhar com computador
- B - desenhar os móveis de uma casa
- A - criar desenhos para embalagens de produtos
- B - criar ilustrações para artigos da imprensa

 

 

RESPOSTA DO TESTE

É hora de descobrir as profissões para as quais você demonstra certa inclinação. Transporte os totais assinalados em cada grupo de respostas da página anterior para os espaços abaixo. Veja onde você fez mais pontos e, usando como critério a tabela ao lado, confira a sua vocação.

0 a 3 pontos - interesse pequeno

4 a 6 pontos - interesse moderado

7 a 9 pontos - interesse grande

10 a 12 pontos - interesse muito forte

 

 

GRUPO 1

Queda para o campo das ciências físicas, que abrange profissões como engenharia, física e computação, por exemplo.

 

GRUPO 2

Mostra interesse pela área de biológicas, ou seja, por medicina, biologia, odontologia etc.

 

GRUPO 3

Tem maior inclinação para a área de humanas, como direito, psicologia, sociologia, economia e administração.

 

 

GRUPO 4

Exibe maior interesse por profissões ligadas ao uso e domínio da língua (oral e escrita), como publicidade, relações públicas, jornalismo, letras etc.

 

GRUPO 5

Tem interesse por atividades artísticas, como cinema, teatro, música, arquitetura e artes plásticas.

É normal que você demonstre interesse por mais de um campo de conhecimento.

A combinação de dois ou mais interesses, muitas vezes com pontuação idêntica, não deve confundi-lo. Ao contrário, o cruzamento dos campos pode ser esclarecedor.

Se a sua primeira área de interesse é o grupo 1, das ciências físicas, e o grupo 5, das

atividades artísticas, os especialistas afirmam que isso pode indicar profissões que associem técnica e arte, como arquitetura.

Interesse forte por biológicas combinado à área de humanas pode ser indicativo de uma tendência para o exercício da medicina ou de biologia vinculada à saúde pública.

 

 

Teste Vocacional III

 

Leia atentamente cada pergunta e escolha apenas uma alternativa em cada questão. Se ficar em dúvida, escolha a que mais se aproxima da forma como se comporta:

 

1 - Quando imagino minha vida daqui a dez anos, me vejo como:

a) um profissional realizado fazendo as coisas que gosto

b) um profissional reconhecido e valorizado no mercado

c) um profissional sério, dando continuidade ao trabalho dos meus pais

d) um profissional muito bem-sucedido financeiramente.

 

2 - Os profissionais que mais admiro são aqueles que:

a) sentem-se felizes e plenamente satisfeitos com seu trabalho

b) são considerados os melhores na sua profissão

c) têm sucesso seguindo a tradição profissional da família

d) fazem sucesso e ficam ricos com seu trabalho

 

3 - As minhas férias ideais são:

a) fazendo tudo que gosto e nunca tenho tempo para curtir

b) esquiando nas montanhas do Colorado ou passeando pelos países da Europa

c) viajando para praia ou ao campo com meus amigos do colégio

d) não importa o lugar, desde que num hotel de 5 estrelas com todas as mordomias.

 

4 - Quando sou apresentado a alguém, geralmente falo sobre:

a) os meus interesses e hobbies

b) pessoas famosas e importantes que conheço.

c) as histórias engraçadas da minha infância, minha família e amigos em comum

d) carros, viagens e os lugares badalados que gosto de frequentar.

 

5- Quando os outros se referem a mim, gosto de ser lembrado:

a) pelo meu jeito de ser

b) pela minha popularidade

c) pela minha origem familiar

d) pelas coisas que conquisto

 

6 - Aproveito as minhas horas de lazer para:

a) ir ao cinema, mexer no computador ou ler um livro

b) ir aos lugares da moda ou me informar sobre o que está acontecendo de interessante pela cidade

c) ficar em casa conversando com meus amigos ou assistindo a um vídeo

d) fazer compras ou passear no shopping.

 

7 - Quando conheço alguém do sexo oposto, procuro:

a) saber seus hábitos e interesses

b) saber quem são seus amigos e aos lugares que freqüenta

c) saber sobre sua família e seus melhores amigos

d) saber onde mora e em que colégio estuda

 

8 - Nas minhas relações pessoais procuro estar sempre com:

a) gente que gosta de coisas que eu gosto

b) gente interessante que realiza coisas e tem sempre novidades para contar

c) pessoas chegadas, em que confio

d) gente que gosta de viver bem.

 

9 - Quando me refiro a minha família, geralmente falo sobre:

a) o lado interessante da profissão dos meus pais

b) o sucesso que alcançaram e o prestígio que eles têm

c) as coisas que fazemos juntos

d) as conquistas pessoais e econômicas

 

10 - O que mais me atrai numa paquera é:

a) a maneira como ele (ela) curte tudo que faz

b) a vida agitada e cheia de acontecimentos que ele (ela) tem

c) a forma tranqüila como ele (ela) se relaciona com as pessoas

d) a maneira como ele (ela) aproveita a vida, com viagens, festas, roupas da moda

 

11- Quando vou dar um presente para um amigo procuro:

a) descobrir algo que ele goste e tenha vontade de ter

b) escolher um objeto que o faça se sentir especial e diferente dos demais

c) escolher algo que possa aproveitar junto com seus amigos

d) escolher algo de qualidade como uma roupa de grife ou um CD importado

 

12 - O paraíso pra mim é um lugar:

a) onde posso fazer todas as coisas que gosto e do jeito que eu quero

b) cheio de pessoas interessantes e famosas

c) onde posso curtir as pessoas de quem mais gosto

d) onde posso aproveitar todas as coisas boas da vida

 

13 - O professor que mais me influenciou até hoje foi o que:

a) me ajudou a descobrir novos interesses e talentos

b) me ensinou a usar melhores meus talentos e qualidades

c) me ajudou a melhorar minhas relações interpessoais

d) me apresentou um novo e promissor campo de trabalho

 

14- Se eu fosse trabalhar nas férias, escolheria uma atividade que:

a) me permitisse fazer as coisas que eu gosto

b) me colocasse em contato com pessoas bem-sucedidas

c) pudesse ser feita em equipe

d) fosse bem remunerada

 

15 - O grande sonho da minha vida é:

a) poder desenvolver plenamente meus talentos e habilidades

b) ser reconhecido como melhor naquilo que faço

c) ser querido e respeitado pelos que me cercam

d) viver cercado de muito conforto, sem nenhuma preocupação financeira.

 

16 - A pior coisa pra mim é:

a) ser obrigado a fazer coisas que não tem nada a ver comigo

b) não ser reconhecido por minhas realizações

c) ficar longe dos meus amigos e familiares

d) não poder fazer as coisas que gosto por falta de grana

 

17- Gosto, principalmente, de esportes que:

a) exigem grande concentração e constante dedicação

b) permitem ao atleta se destacar e ficar famoso

c) são praticados coletivamente e requerem união da equipe

d) possibilitam sucesso financeiro e poder

 

18 - Para mim as revistas e os livros são antes de qualquer coisa:

a) fontes de informação e de conhecimento sobre os assuntos que me interessam

b) um meio de ficar por dentro das novidades e da vida das pessoas

c) uma forma de me atualizar para poder conversar com os amigos

d) fontes de informações que podem ajudar a alcançar meus objetivos

 

19 - Meus amigos sempre me procuram quando:

a) precisam de uma opinião sobre assuntos pelos quais me interesso

b) querem saber o que está na moda e é legal

c) querem contar algo que aconteceu com eles

d) precisam de uma orientação sobre a compra de alguma coisa

 

RESULTADO

Some as respostas que você deu para cada letra e verifique qual delas conseguiu mais pontos.

Assim, se você obteve o maior resultado na letra "d", por exemplo, leia a descrição relativa ao tipo D.

Caso não se encaixe em nenhum tipo ou dê empate, leia a descrição do tipo E.

Tipo A - Em busca do prazer.

Você faz suas escolhas baseadas principalmente na busca da satisfação e realização pessoal.

Ao se decidir por uma profissão, considere se ela irá de fato lhe proporcionar a realização que tanto valoriza. Se você levar em conta seus gostos e interesses irá, com certeza, ter sucesso.

Dica: Converse com pessoas que têm as profissões pelas quais se interessa e observe o que elas fazem no dia-a-dia. Lembre-se que irá passar boa parte da vida nessas atividades e que, para você, estar em sintonia com os desejos é essencial.

Tipo B - Em busca da fama.

Para você, o mais importante é ser reconhecido e valorizado pelos outros. Ao escolher uma profissão, leve em conta as oportunidades que ela lhe oferece para se projetar socialmente.

Ser considerado o melhor naquilo que faz e ficar famoso são atributos muito importantes para você e devem participar da sua decisão.

Dica: Dê atenção especial às profissões que oferecem oportunidades para se destacar ou  estejam na moda. Converse com profissionais que você admira por essas características e veja o que elas fizeram para alcançar o sucesso.

 

Tipo C - Em busca do afeto.

 

Você faz suas escolhas baseadas principalmente nas suas relações interpessoais e familiares.

Fazer o que sua família valoriza e ser bem aceito e respeitado pelos seus amigos é essencial para seu bem-estar. Ao optar por uma profissão, verifique se ela está de acordo com os valores da sua família e amigos.

Dicas: Fique atento às oportunidades que a profissão de seus familiares lhe oferecer. Outra alternativa é uma atividade profissional que lhe permita se associar a amigos ou parentes.

 

Tipo D - Em busca da grana.

 

Você faz suas escolhas pensando nas recompensas financeiras e materiais. Poder comprar o que quiser e usufruir todo o conforto são suas principais ambições.

Portanto, ao decidir por uma profissão esteja seguro sobre as possibilidades de remuneração que ela oferece.

Dicas: Investigue quais profissões remuneram melhor ou permitam grandes ganhos financeiros a curto prazo. Procure conversar com pessoas bem-sucedidas financeiramente e tente descobrir os negócios e oportunidades do momento.

 

Tipo E - Em busca da definição.

 

Você tem dificuldades de perceber o que determina suas escolhas. Isso significa que,

aparentemente, tudo tem a mesma importância, mas, com certeza, um dos valores é mais forte que outros.

Para tentar descobrir qual é ele, leia os tipos descritos acima e veja qual reflete melhor seu jeito de ser. Identificar esse valor pode ajudá-lo a tomar decisões mais acertadas, uma vez que elas estarão em sintonia com seus desejos mais profundos

 

 

 

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formatação: ProfªWanice Facure