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Vamos respirar arte e filosofia.

sexta-feira, 28 de março de 2014

História da semana - O falcão e o cálice


 
 
O falcão e o cálice

 


Conta a lenda que certa manhã o guerreiro mongol Gengis Khan e sua corte saíram para caçar.

Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava seu falcão favorito no braço, que era melhor e mais preciso que qualquer flecha, pois podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano não conseguia enxergar.

Entretanto, apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada.

Decepcionado, Gengis Khan voltou para seu acampamento. Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.

Tinham permanecido na floresta mais tempo que o esperado e Gengis Khan estava cansado e com sede.

Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. Não conseguia encontrar nada para beber até que, enfim, avistou um fio de água descendo de um rochedo à sua frente.

Na mesma hora, retirou o falcão do seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava prestes a levá-lo aos lábios, o falcão levantou voo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe.

Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez estivesse também com sede. Apanhou o cálice, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão de novo atacou-o, derramando o líquido.

Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.

Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. Manteve um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou voo e veio em sua direção. Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito do falcão, matando-o.

Retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado.

Decidido a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região.

Se tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos.

Gengis Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços.

Mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas: “Mesmo quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo”.

Na outra asa: “Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso”.

Nem sempre o que parece ser, realmente é.
 

quarta-feira, 26 de março de 2014


                                               UMA HISTÓRIA REAL – Tudo que vai, volta

  Certa vez um homem chamado Fleming era um lavrador escocês pobre. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano das redondezas. Largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até a cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra. O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim duma morte atroz. No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um nobre elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara duma morte certa. “Quero recompensá-lo", disse o nobre. “O senhor salvou a vida do meu filho". “Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz”, respondeu o lavrador escocês. Nesse momento, o filho do lavrador apareceu à porta da casa. "É seu filho?". Perguntou o nobre. "Sim", respondeu orgulhosamente o humilde lavrador. Então, proponho-lhe o seguinte: Deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu. Se o seu rapaz sair a si, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos." E o Sr. Fleming aceitou. O filho do humilde lavrador freqüentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's, Hospital de Londres Foi um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina. Anos depois, o “rapazinho” que havia sido salvo do pântano, adoeceu com uma pneumonia. Quem salvou a sua vida desta vez? .... A PENICILINA. O nome do nobre? Sir Randolph Churchill. O nome do filho? ! Sir Winston Churchill. Alguém disse uma vez: O que vai, volta. Trabalha como se não precisasses de dinheiro. Ama como se nunca tivesses sido magoado. Dança como se ninguém te estivesse a ver Canta como se ninguém ouvisse. Vive como se fosse o Céu na Terra.